Raimunda cresceu às margens do rio Tapajós, onde sua mãe colhia tucumã para fazer cestas. Hoje, ela coordena uma rede de 12 artesãs ribeirinhas e é responsável pelos padrões geométricos da linha Amazônia.
Ler história →Histórias reais de mulheres cuja habilidade e determinação dão vida a cada peça Pestana.
Benedita aprendeu a tecer aos 24 anos com sua avó numa pequena comunidade do sertão baiano. Durante décadas, vendeu suas redes em feiras livres por preços que mal cobriam o material. Em 2016, a Pestana a encontrou numa dessas feiras em Feira de Santana.
Hoje, Dona Benedita é nossa artesã-chefe. Ela supervisiona a produção de toda a linha Caatinga, treina novas artesãs e recebe o triplo do que ganhava antes. Sua neta de 19 anos aprendeu a tecer com ela e já produz as próprias peças.
"Antes eu escondia que fazia rede porque achava que não tinha valor. Hoje orgulho da minha profissão."
— Dona Benedita, artesã-chefe
Raimunda cresceu às margens do rio Tapajós, onde sua mãe colhia tucumã para fazer cestas. Hoje, ela coordena uma rede de 12 artesãs ribeirinhas e é responsável pelos padrões geométricos da linha Amazônia.
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Miriam descobriu o tingimento natural pesquisando plantas medicinais do cerrado. Desenvolveu sozinha um processo com pequi e ipê que produz tons terrosos únicos. Nenhuma rede Cerrado é igual a outra.
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Herdeira de uma tradição de mais de 200 anos no litoral cearense, Francisca é uma das últimas mestras do bilro na sua região. A Pestana financia o ateliê onde ela ensina a técnica para jovens da comunidade.
Ler história →30% de cada venda já vai para as comunidades — mas você também pode contribuir diretamente com o Fundo Pestana, que financia formação, equipamentos e acesso a mercados para nossas artesãs.
Você receberá relatório semestral de impacto mostrando exatamente como sua contribuição foi utilizada.